sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Patuense anônimo faz doação de chocolate para crianças de escolas do Município

A festa do Natal só acontecerá em dezembro. Mas o espírito natalino já anda contagiando diversas pessoas.

Uma dessas, afetada pela bondade e pela generosidade do período do Natal, foi um patuense que reside em Mossoró há anos, que não quis se identificar.

Através da professora Maria Helena Godeiro, o patuense anônimo resolveu doar chocolate para crianças do ensino público municipal. Pediu a Maria Helena que fizesse a escolha da escola, para que houvesse a doação.

Maria Helena manteve contato com a diretora da Escola Municipal Governador Aluízio Alves, Maria da Glória Rocha de Andrade, que de pronto aceitou a oferta.

A doação aconteceu nesta sexta-feira, 25 de novembro, no turno matutino. Na Escola Aluízio Alves foram distribuídas mais de sessenta caixas de chocolate.

Como ainda sobre chocolate, Maria Helena Godeiro e Maria da Glória foram até as Escolas Municipais Maria Carmelita Rocha e Raimundo Rocha.

A diretora da Escola Aluízio Alves disse que agradece de todo o coração ao patuense anônimo, pela doação, e à professora Maria Helena Godeiro, pela escolha da sua escola para a distribuição dos brindes.

Por sinal, esta não é a primeira vez que a Escola dirigida por Maria da Glória recebe doação em período natalino. Em 2009, o Campus Avançado João Ismar de Moura, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (CAJIM/UERN), através da coordenadora Rizelda, fez a doação de brinquedos.

Em 2010, o advogado e empresário patuense João Gentil, residente em Mossoró, também doou à Escola Municipal Aluízio Alves muitos brinquedos.

A seguir, seguem registros da distribuição de chocolates nas três Escolas Municipais:













terça-feira, 11 de outubro de 2011

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sábado, 1 de outubro de 2011

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Patu é um município brasileiro no interior do estado do Rio Grande do Norte, localizado na Mesorregião do Oeste Potiguar e a 314 km de distância da capital, Natal.

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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Luiz Costa teve 17 filhos com atual mulher e outros 13 filhos com a sogra.
Casou também com acunhada, com quem teve 15 herdeiros.





O aposentado Luiz Costa de Oliveira, 90 anos, é viúvo do primeiro casamento, o que lhe rendeu cuidar sozinho de 17 filhos em uma casa humilde no sertão de Campo Grande (RN).Paquerador nato, ele não deixou, como gosta de dizer, a "peteca cair" e se casou novamente, por três vezes. O detalhe é que ele não ficou viúvo outra vez e nem se separou das primeiras esposas. Hoje, ele mora com três mulheres, a segunda companheira, a sogra e sua cunhada. Com elas, Oliveira teve 45 filhos.

Paquerador e insaciável, o aposentado ainda conseguiu arrumar tempo para mais três mulheres, todas relações que considera extraconjugais, que resultaram em outros sete filhos. Somando a prole de cada um dos relacionamento, ele construiu uma família (ou famílias) com 69 filhos, 100 netos e 60 bisnetos.

A primeira mulher da história de vida de Oliveira se chamava Francisca. "Deus quis levá-la e assim foi, mas me deixou 17 filhos". O tempo passou e ele conheceu outra Francisca, por quem se apaixonou, era Maria Francisca da Silva, hoje com 69 anos. "Com esta tive mais 17 filhos."

O terceiro relacionamento de Oliveira começou quando sua sogra passou a frequentar sua casa diariamente para cuidar de Maria Francisca em suas gestações. "A gente foi se conhecendo melhor e tive mais 13 filhos", disse ele.

Por causa das gestações de sua sogra, que se transformou em esposa, a nora Ozelita Francisca da Silva, 58 anos, passou a frequentar a casa de Oliveira também. Desta vez, os cuidados eram direcionados para sua sogra-esposa. "Fizemos 15 filhos".

Dos filhos de Oliveira, apenas 31 estão vivos.

Ciúmes de "mãe e filhas"

Semana passada, as filhas estavam brigadas com a mãe. As três estavam com ciúmes do marido, o mesmo das três. "A gente vive aqui na minha casa. A minha casa é pequena, com quarto, sala, cozinha e banheiro. Não tem muito conforto, mas dá pra fazer amor. Quando eu faço amor é sempre na mesma casa, no mesmo quarto. No", disse Oliveira.

Além dos filhos com as três atuais mulheres e da falecida Francisca, Oliveira disse que a fama de "bom homem" atrai a atenção de outras mulheres. "A gente passa e as mulheres ficam olhando. Não sou assim bonito como dizem, mas tenho minhas qualidades."

O aposentado revelou ao G1 o segredo para tanta vitalidade. "Não bebo, não fumo, me alimento bem e durmo melhor ainda". Oliveira não quis explicar como faz para se dividir entre as três mulheres na mesma casa. "Tem espaço pra todas. Pra fazer amor não tem hora e nem lugar. basta querer."

Filhos de Franciscas

Oliveira disse que sabe o nome de todos os 69 filhos, mas que tem horas que a memória não ajuda. "Se eu vejo pessoalmente eu sei quem é a mãe e nome vem na cabeça."

Os 100 netos já é uma operação mais complicada para Oliveira lembrar o nome de todos. "É muita gente, mas é gostoso. O nome deles quem sabe são os pais."

Os sete filhos que teve com outras três mulheres, em relacionamentos extraconjugais, Oliveira não tem tanto contato. "Eu sei onde moram, onde estão as mães, mas não temos o convívio".

Fonte: G1


Luiz Costa de Oliveira, 90 anos, com as três mulheres, na frente de casa, em Campo Grande. Da esquerrda para direita; Ozelita Francisca, 58 anos, Maria Francisca, 69 anos; e Francisca Maria, 89 anos (Foto: Júnior Liberato/Arquivo Pessoal)